por Leandro Monerato
Para quê rimar
Se nesse mar
Sereia não há?
Talvez num sonho
O nhônho
Deixe de reclamar.
E o seu barriga,
o madruga
Com menos lombriga…
E chaves,
De vez.
Destrua o barril.
Cresça a mil.
Quem sabe assim
Possamos ao fim da tarde
Assistir outra coisa que não o Lombarde.
Silvio e Faustão
Gugu e o galvão
Xuxa e as xuxetes
Jornal Nacional, Bóris, e companhia…
Vão a puta que o pariu!
É preciso mudar
Me passa o controle
q’esses canais
não dá mais…
